Alice Teixeira
Sabe aquele momento em que você tem tanto para escrever, porém é mais fácil ficar encarando a tela do computador do que realmente escrever algo?
Seria meu caso se eu tivesse algo substancial para falar... o que não se aplica.

Estou vivendo sérios dias de tédio e falta de criatividade. Nem escrever meu TCC estou conseguindo. Sentei hoje para ler mais alguns artigos e acabei dormindo. Será esse um sinal? Tomara que não, caso contrário, estou perdida.

Está faltando algo, sei que está... mas não sei o que. Acho que o tédio me alcançou de vez... 

Então é isso, voltarei a chorar ouvindo System of a Down (sim, disse chorar:  Soldier Side é uma das músicas mais tristes que já ouvi!)
é isso
peace
Alice Teixeira
Piadas a parte, não tenho nada contra quem os fabrica (chineses/japoneses/paraguaios), porém tenho problemas com essa galera que compra/vende esses celulares e esquecem de pedir o fone de ouvido!
Sou uma pessoa que não possuo carteira de habilitação e, mesmo se tivesse, não tenho carro, logo, faço parte da massa trabalhadora que anda diariamente de ônibus por toda a cidade. Normalmente não reclamo, porém desde que esses aparelhos se tornaram populares (vulgo barato), tenho sentido pena de mim mesma!

Não importa o horário, muito menos o seu humor, segundo a Lei de Murphy "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". Convertendo para a minha realidade: "Se seu celular e/ou seu mp3 está descarregado, ou você está sem seu fone, alguém no seu ônibus estará ouvindo Pablo do Arrocha ou similares". Não sei se existem estudos que confirmem essa minha adaptação, mas garanto que ela é real.

Nos momentos em que acontece de estar sem o meu fone de ouvido, fico me imaginando como uma pessoa "maligna". Nesses momentos sou uma mulher forte e decidida que, ao estar no mesmo lugar que esse tipo de pessoa, pega o celular e coloca para tocar "highway to Hell" - AC/DC, "N.I.B" - Black Sabbath, ou "mObscene" - Marilyn Manson (todas essas músicas estão presentes na minha seleção musical atual), claro que no último volume. O mais legal desse meu sonho é que a pessoa que está tocando pagode/arrocha/música gospel desliga o celular e tudo fica em paz dentro do ônibus. Porém a realidade é que eu fico com vergonha de como as pessoas irão me encarar ou que alguém pode me bater... Enfim: Expectativas X Realidade sempre acabam comigo!

Uma história real: meu irmão já fez isso. Tirou o fone do celular dele e deixou tocando Slipknot no ônibus, até que a menina que estava escutando pagode desligasse o próprio celular. Daí ele agradeceu e colocou o fone de volta. Muita coragem, um dia serei assim. Contudo, enquanto isso, vou apenas garantindo que meu mp4 está carregado e que meu fone está na bolsa.
Alice Teixeira
Depois de tanto tempo sem escrever, eis que me surge algum tipo de vontade... Não vim falar de "Adeus ano velho, feliz ano novo" pois esse nem é muito o meu estilo... Apesar de não saber exatamente que estilo seria esse. Vim falar de escrever.

Eu adoro escrever. Ponto. Na minha mente, eu sou uma baita escritora, que deveria ter minhas crônicas compiladas em um lindo livro e traduzido para diversas línguas. Na prática, sou apenas mais uma na multidão com acesso a internet e algumas idéias na cabeça. Mesmo assim, eu adoro escrever.

Essa vontade de hoje retomar o blog veio de uma conversa sem compromisso com uma garota que pega o mesmo roteiro que o meio na volta do estágio. Ela também tem um blog e ela também adora escrever. A diferença entre nós é que ela sabe qual o estilo dela e não fica apenas acreditando na mente... ela parte para a prática. Foi daí que me deu vontade de "sentar o bumbum na cadeira" e escrever o que viesse na minha mente. Pretendo seguir com essa rotina pelo menos uma vez na semana (pois minha vida não é tão agitada a ponto de ter dezenas de crônicas a serem contadas).

Então, como diria o sábio Perna Longa: That's all, folks!
Alice Teixeira
e lá vou eu...
Alice Teixeira
Estudante universitário que é estudante universitário bem sabe que, uma hora ou outra no decorrer do seu curso vai passar pela (terrível) situação de ser entrevistado para uma vaga de estágio. Alguns conseguem umas vagas aqui e ali por “debaixo dos panos”, por indicação de familiares/amigos/professores ou por qualquer outro motivo. Porém até esses estão sujeitos a momentos em que deva ficar cara-a-cara com algum profissional que não tem idéia do que você está falando, mas está apenas ali para avaliar se você fala por um período de tempo suficiente.

Vou explicar. Como já foi dito por mim algumas (milhares de) vezes, sou estudante de Engenharia Ambiental e, só quem vai saber o que diz um estudante de Engenharia Ambiental vai ser alguém que trabalhe na área. Nada mais justo. Porém normalmente essas entrevistas são feitas por partes e por profissionais da área de humanas (não desmerecendo vocês, óbvio, já que, da mesma forma, eu não entendo NADA do que fazem).

Mas continuando...

A primeira impressão que temos é a de que estamos sendo julgados por todos (as outras pessoas que estão pela mesma vaga, a entrevistadora, a secretária, o faxineiro, o acessorista... qualquer um!). As mãos transpiram, a maquiagem provavelmente já borrou, o anel já está ferindo o dedo de tanto você girá-lo. Não são o melhor conjunto de sensações, mas são todas necessárias. Pior ainda é o sentimento de que TODOS que estão ali sabem mais do que você. Na cabeça só passa que a pessoa tem um bilhão de anos de experiência a sua frente, que já fez todos os cursos possíveis e imagináveis, ou seja, a vaga já é delas.

Por mais estressante que possa parecer... alias, deixa pra lá, é estressante mesmo!

Tive uma entrevista que foi bastante interessante. Já faço estágio, porém a entrevista que passei foi bem básica, pois a vaga já era, de certa forma, minha, já que foi por indicação. Essa foi OUTRO sentimento. Recebi a mensagem em uma sexta-feira falando da vaga. Claro que fiquei logo ansiosa, pois meu tempo no local que estou está acabando (só até setembro D=), então tenho corrido atrás de vagas para mim. Após a excitação inicial, tentei entrar em contato com a empresa que é a intermediadora da vaga, porém já era muito tarde e eu teria que deixar para a segunda-feira. Tudo bem, que seja. Esperei e logo pela manhã liguei para lá e me candidatei, uma entrevista já foi marcada para a terça-feira à tarde (horário do meu atual estágio), mas mesmo assim marquei. No mesmo dia pedi para a minha atual chefe e ela me liberou (não posso reclamar do meu atual quanto a isso)

Cheguei lá e senti todos os sentimentos já descritos aqui por mim. Porém a grande vantagem (ou desvantagem, ainda não sei muito bem) é que, basicamente, todas as mulheres (a vaga tinha a características de pedir sexo feminino) eram conhecidas minhas (ta, nem todas, porém TODAS eram lá da faculdade). Como seria uma entrevista coletiva, minha opinião tende a ser positiva quanto ao fato de conhecer a maior parte das garotas. Durante todo o tempo minha mão tremeu, suei horrores, gaguejei, minha voz (que já não é muito legal) esganiçou de vez... Mas eu acho que deu tudo certo.

\o/

Agora é rezar pra passar e não ter que passar por tudo isso outra vez!